segunda-feira, 31 de agosto de 2015

BONECO PIXULECO: LULA X LAVA JATO


5 h · Editado · 
MEUS AMIGOS.

A PARTIR DE QUINTA /SEXTA FEIRA VOU RECEBER ADESIVOS DO BONECO PIXULECO PARA SER COLOCADO NOS CARROS.

VOU ACEITAR PEDIDOS ACIMA DE CINCO UNIDADES DEVERÁ CUSTAR CERCA DE R$ 4,O0 REAIS CADA UM MAIS A POSTAGEM. QUANDO CHEGAR VOU POSTÁ-LO NO FACE PARA QUE OS INTERESSADOS VEJAM COMO FICOU. ESSE QUE ESTOU POSTANDO AGORA É UMA FOTO DA TRASEIRA DE UM CARRO.

Observação:. eu mandei confeccionar não recebi de nenhum politico, dou o telefone e o endereço de quem está fazendo, se necessário for.

Sou obrigado a cobrar porque não sou politico e muito menos recebo verba publica para despesas de promoção..

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

SINGULARIDADE



Lendo neste momento mais algumas páginas preciosas do livro ímpar deEduardo Carmello encontrei o que considero chave na vida de qualquer pessoa independente do seu nível de desenvolvimento: RECONHECIMENTO E MOTIVAÇÃO. Sei que o ideal é não precisar de nenhum fator externo para motivar-se... eu sei mas simples mortais que somos...

Consta no livro: "O gestor da singularidade pode se beneficiar muito com esse grupo de talentos (o grupo A = fazem além do esperado; entregam valor continuamente;Têm bom carater; são baseados em performance e outros) em função de sua disposição para sempre trazer idéias e novidades. Pode-se sempre RECONHECER suas contribuições, assim como aprender a modelar e generalizar essas competências para os grupos B e C.

*****Uma questão curiosa que sempre aparece nesses casos é que os gestores inferem que o talento nível A não precisa de reconhecimento.

Ou , por incrível que pareça, não dão o devido reconhecimento para o talento não se sentir superior e pedir aumento (na minha opinião se é preciso PEDIR aumento é melhor procurar outro emprego). Também há a crença de não reconhecer tais talentos com o receio ou medo de perder suas posições para eles.

Mas o ponto mais nevrálgico mesmo é perder esses talentos justamente pela falta de reconhecimento e pela falta de feedback do gestor.*****

Ricardo Garcia
InterSystemRH
http://www.guiaesocial.com.br 

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

O FIM do atual Governo Brasileiro aproxima-se...

Ouvi um amém?




“Ministros do STF e o Palácio do Planalto reagiram com perplexidade diante da abertura da ação de cassação de mandato contra Dilma Rousseff pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Ministros do Supremo que não atuam na Justiça Eleitoral avaliaram que a fragilidade política de Dilma é ‘sem precedentes’.”
Ricardo Garcia

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

é POUCO!!! SERGIO MORO E SUA EQUIPE MERECEM MUITO MAIS!!

Imagina se a equipe ganhasse por produtividade e/ou resultados? já teriam ganho e ganhariam MILHÕES e POR MERECIMENTO!
 Atacar o único juiz que trabalha a sério nesse país? ABSURDO! Proponho uma campanha por uma recompensa para SERGIO MORO e toda a equipe. Ele VALE MILHÕES E MERECE MILHÕES. Quem não merece nada é o Congresso, as Empreiteiras e o PT, que unidos roubam a NAÇÃO EM BILHÕES que podem estar bem perto dos TRILHÕES. Afinal são 13 anos de desgoverno.

NO BRASIL 528 PROJETOS DE LEI DE COMBATE A CORRUPÇÃO ESTÃO PARADOS NO CONGRESSO A MAIS DE 10 ANOS

" Por Eduardo Carmello
Mais de 528 projetos de lei de combate à corrupção parados no Congresso Nacional há mais de 10 anos. É a aquela velha estória, você não sabe se é incompetência ou má-fé. É considerado um investimento de baixo risco e alto benefício, justamente porque as leis são brandas. Muitos empresários, políticos até a consideram absolutamente normal, dizem que faz parte da
política. Talvez seja por isso que mais de 10% dos impostos recolhidos são desviados por aqueles que deveriam estar trabalhando para os cidadãos que pagam esses impostos."

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

OLHAE BRASIL a carinha dos MARGINAIS!! é essa a cara da IMPUNIDADE!

OBRIGADO PT, PMDB, PSDB, etc etc etc

Saldo do emprego formal pelo Caged fica negativo pelo quarto mês consecutivo; série histórica foi iniciada em 1992
ECONOMIA.ESTADAO.COM.BR

#VERGONHA: PROCURADORIA DENUNCIA CUNHA E COLLOR AO STF E PEDE RESTITUIÇÃO DE US$ 40 MILHÕES

A PGR (Procuradoria Geral da República) denunciou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o senador Fernando Collor (PTB-AL) ao STF...
NOTICIAS.UOL.COM.BR

Críticas à parte...

Apesar de tudo todos somos seres humanos, portanto falhos. Imagem a carga de trabalho, viagens, protocolos, informações, detalhes, preocupações etc de uma Presidente da Republica. Hoje é a Dilma a Presidente do nosso País amanhã pode ser você. Portanto cuidado ao jogar a primeira pedra.
Observação: Sou critico ferrenho do PT e da Dilma. Não estou aqui justificando nada. Concordo que ela não tem condições de Presidir o país porisso não votei nela nem na primeira nem na segunda eleição.
Ricardo Garcia



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Direita Política carregou um novo vídeo: Chega a dar pena.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Oito coisas que aprendi com a educação na Finlândia


Quatro professores de um grupo de 35 brasileiros capacitados no país nórdico contam o que trouxeram da experiência e que impacto ela pode ter no ensino público do Brasil.

Paula Adamo IdoetaDa BBC Brasil em São Paulo
Ensino finlandês é uma das referências mundiais em qualidade da educação  (Foto: BBC)Ensino finlandês é uma das referências mundiais em qualidade da educação (Foto: BBC)
Dona de um dos sistemas de ensino mais elogiados do mundo, a Finlândia recebeu, de fevereiro a julho deste ano, 35 professores de institutos federais brasileiros para treinamento e capacitação.
Embora em 2012 o país nórdico tenha caído do topo para a 12ª posição do Pisa, o principal exame internacional de educação (o Brasil ficou na 58ª posição do ranking, entre 65 países), ele ainda é apontado pela OCDE – a entidade que aplica o Pisa – como "um dos líderes mundiais em performance acadêmica" e se destaca pela igualdade na educação, alta qualificação de professores e por constantemente repensar seu currículo escolar.
Os docentes brasileiros foram selecionados pelo programa Professores para o Futuro, do CNPQ (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Ministério da Educação), para passar cinco meses estudando a educação finlandesa.
A BBC Brasil conversou com quatro desses professores, para conhecer o que viram na Finlândia e saber se lições trazidas de lá podem facilitar seu trabalho em sala de aula e melhorar o aprendizado nas instituições públicas de ensino onde atuam.
Apesar das diferenças com o sistema brasileiro, os professores disseram ver como "pequenas revoluções" o que podem agregar do ensino finlandês em suas rotinas.
"Vou começar com um trabalho de formiguinha, mostrando aos meus colegas o que aprendi, gravando minhas aulas e adaptando (as metodologias) à nossa realidade e aos nossos estudantes", diz a professora Giani Barwald Bohm, do Instituto Federal Sul-rio-grandense.
Os 25 institutos federais que enviaram professores ao país nórdico reúnem cursos de ensino médio, profissional e superior com ênfase em ciência e tecnologia.
Veja o que os professores aprenderam na Finlândia:
1. Usar mais projetos nas aulas
Os professores entrevistados pela BBC Brasil dizem que projetos elaborados por alunos e a resolução de problemas estão ganhando protagonismo no ensino finlandês, em detrimento da aula tradicional.
São as metodologias chamadas de "problem-based learning" e "project-based learning" (ensino baseado em problemas ou projetos). Neles, problemas – fictícios ou reais da comunidade – são o ponto de partida do aprendizado. Os alunos aprendem na prática e buscam eles mesmos as soluções.
"Os projetos são desenvolvidos sem o envolvimento tão direto do professor, em que os alunos aprendem não só o conteúdo, mas a gerir um plano e lidar com erros", diz Bruno Garcês, professor de Química do Instituto Federal do Mato Grosso, que pretende aplicar o método em aulas de experimentos práticos.
Professores brasileiros passaram cinco meses em capacitação na Finlândia (Foto: Joelma Kremer)Professores brasileiros passaram cinco meses em capacitação na Finlândia (Foto: Joelma Kremer)
Os professores brasileiros visitaram, na Finlândia, cursos superiores baseados inteiramente nessa metodologia.
"Um curso de Administração tem disciplinas tradicionais no primeiro ano. Mas, nos dois anos e meio seguintes, os alunos deixam de ter professores, passam a ter tutores, formam empresas reais e aprendem enquanto desenvolvem o negócio", diz Francisco Fechine, coordenador do Instituto Federal de Tecnologia da Paraíba.
Não é uma estrutura que sirva para qualquer tipo de curso, mas funciona nos voltados, por exemplo, a empreendedorismo, explica Joelma Kremer, do Instituto Federal de Santa Catarina.
"E os alunos têm uma carga de leitura, para buscar (nos livros) as ferramentas que precisam para resolver os problemas."
2. Foco na produção de conteúdo pelos alunos
A resolução de problemas e projetos é parte de um ensino mais centrado na produção do próprio aluno. Ao professor cabe mediar a interação na sala de aula e saber quais metas têm de ser alcançadas em cada projeto.
"Nós (no Brasil) somos mais centrados em o professor preparar a aula, dar e corrigir exercícios. O aluno faz pouco. Podemos dar mais espaço para o aluno avaliar o que ele vai desenvolvendo", diz a professora Giani Barwald Bohm, do Instituto Federal Sul-rio-grandense.
"No modelo tradicional de ensino, quem mais aprende é o professor. Lá (na Finlândia) é o aluno quem tem de buscar conteúdo, e o professor tem que saber qual o objetivo da aula. Para isso você não precisa de muita tecnologia, mas sim de capacitação (dos docentes)", agrega Joelma Kremer.
Professores Fechine, Bruno Garcês e Kelly Santos em sala de aula finlandesa: mais projetos práticos e autonomia dos alunos (Foto: Bruno Garces)Professores Fechine, Bruno Garcês e Kelly Santos em sala de aula finlandesa: mais projetos práticos e autonomia dos alunos (Foto: Bruno Garces)

3. Repensar o papel da avaliação
Nesse contexto, a avaliação tem utilidade diferente, diz Kremer: "A avaliação está presente, mas os alunos se autoavaliam, avaliam uns aos outros, e o professor avalia os resultados dos projetos".
"Ao reduzir o número de testes (formais) e avaliar mais trabalhos em grupo e atividades diferentes, os professores têm um filme do desempenho do aluno, e não apenas a foto (do momento da prova)", diz Fechine.
"Conhecemos um professor de física finlandês que avaliava seus alunos pelos vídeos que eles gravavam dos experimentos feitos em casa e mandavam por e-mail ou Dropbox."
4. Usar tecnologia e até a mobília para ajudar o professor
A tecnologia não é parte central desse processo, mas auxilia o trabalho do professor em estimular a participação dos alunos finlandeses.
"Em vez de proibir o celular, os professores os usam em sala de aula para estimular a participação dos alunos – por exemplo, respondendo (via aplicativos especiais) enquetes que tivessem a ver com as aulas", conta Kremer.
Algumas salas têm mobília especialmente projetada para que os alunos possam ser agrupados ou separados (Foto: Giani Bohm)Algumas salas têm mobília especialmente projetada para que os alunos possam ser agrupados ou separados (Foto: Giani Bohm)

"Isso torna a aula mais interessante para eles. E é complicado para a gente ficar dizendo, 'desliga o celular', algo que já começa estabelecendo uma relação de antipatia com o aluno."
Os professores brasileiros também conheceram algumas salas de aula com mobília especialmente projetada, diferente do modelo tradicional de cadeiras individuais voltadas à lousa.
"Muitas salas têm sofás, poltronas, mesas ajustáveis para trabalhos individuais ou em grupo e vários projetores", agrega Kremer. "É um mobiliário pensado para essa metodologia diferente de ensino."
Fechine vai reproduzir parcialmente a ideia no Instituto Federal da Paraíba, trocando as carteiras de braço por mesas que possam ser agrupadas para trabalhos.
5. Desenvolvimento de habilidades do século 21
A professora Giani Barwald Bohm conta que o ensino fundamental finlandês continua dividido em disciplinas tradicionais, mas focado cada vez mais no desenvolvimento de habilidades dos alunos, e não apenas na assimilação de conteúdo tradicional.
"(São desenvolvidas) competências do século 21, como comunicação, pensamento crítico e empreendedorismo", diz ela.
Para Fechine, estimular a independência do estudante é uma forma de romper o ciclo de "alunos passivos, que só fazem a tarefa se o professor cobrar, interagem muito pouco".
6. Intervalos mais frequentes entre as aulas
A Finlândia adota aulas de 45 minutos seguidas de 15 minutos de intervalo na educação básica – prática que Bruno Garcês acha que poderia ser disseminada por aqui. "Tira a tensão de ficar tantas horas sentado", diz.
Fechine também considera a ideia interessante, mas aponta que a grande carga horária no ensino médio brasileiro dificulta sua aplicação e lembra que na Finlândia ela é acompanhada de uma forte cultura de pontualidade. "As aulas começam no horário e aluno rapidamente entra na (rotina de) resolução de problemas."
7. Cultivar elos com a vida real e empresas
Muitos dos projetos dos estudantes finlandeses são tocados em parcerias com empresas, para aumentar sua conexão com a vida real e o mercado de trabalho, algo que Garcês acha que poderia ser mais frequente no Brasil.
"Aqui na área rural do Mato Grosso podemos ter uma interação maior com as fazendas locais, ministrando aulas a partir do que os produtores rurais precisam."
A vantagem disso é que o aluno vê sentido prático e profissional no que está aprendendo, explica Giani Barwald Bohm. "Ele desenvolve algo diretamente para o mercado de trabalho, que vai ter relevância para o próprio estudante e é contextualizado com as empresas locais."
Ela destaca também as competições de habilidades práticas desenvolvidas por escolas locais (um preparativo para a competição internacional WorldSkills, que neste ano será realizada em São Paulo, pelo Senai, entre quarta e sábado desta semana).
"As empresas são envolvidas na organização e acompanham os alunos no dia a dia e até ficam de olho para contratá-los depois."
8. Formação mais prática e valorização do professor
A formação dos professores é apontada como a principal chave do sucesso do ensino finlandês. Os brasileiros observaram lá uma capacitação mais prática, voltada ao dia a dia da sala de aula, e mais interação entre o corpo docente.
"Algumas salas têm dois professores - um como ouvinte do outro caso seja menos experiente", relata Fechine.
"Há uma relação mais direta (entre os professores), com muita conversa entre quem dirige o ensino e quem dá aula", agrega Barwald Bohm.
"Além disso, há uma valorização cultural do professor lá, semelhante à de outras profissões. O salário é equivalente e as condições de trabalho dão bastante tempo para o planejamento das aulas", diz Bruno Garcês.

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